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22/08/2016

Senador mato-grossense diz que seguro é recurso para aumentar produção

A opinião é do senador Wellington Fagundes (PR-MT), relator da proposta de reformulação do seguro rural, que hoje tem cobertura de apenas 14% da área plantada no Brasil. “Tenho a certeza de que um seguro rural mais adequado à realidade do nosso país vai contribuir para que a nossa agricultura tenha ainda melhores resultados”.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) lembra que o Brasil não tem como subsidiar a agricultura, como acontece em outros países. “O que o produtor conta hoje é o Proagro, que acaba sendo um seguro que beneficia mais o banco do que o próprio produtor”, lembra a senadora.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, destacou a criação, pelo ministério, de um grupo de estudo coordenado pelo ex-ministro da Agricultura, Alisson Paulinelli, para elaborar uma nova proposta para o seguro rural. O grupo está captando experiências no Brasil e em outros países para elaborar a proposta, que deve ser entregue nos próximos 90 dias. “Precisamos de um seguro mais adequado à economia brasileira”, disse.

Lideranças do setor acreditam que é preciso estimular a concorrência entre as empresas seguradoras para que a melhoria dos produtos e a redução dos custos do seguro.

Mato Grosso, segundo dados da Aprosoja, utiliza apenas 1% do seguro rural, apesar de ser o maior produtor de grãos e carnes do país. A entidade sugere a criação de seguro por talhão e a simplificação dos contratos do seguro e a divisão dos custos entre toda a cadeia produtiva. Já ao governo federal cabe o importante papel de regulação e fomento do seguro.

A audiência da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária, do Senado Federal, foi realizada durante a 44ª Exposul de Rondonópolis e contou ainda com a presença dos senadores Cidinho Santos, José Medeiros e Elmano Ferrer, além dos deputados federais Fábio Garcia, Adilton Sachetti e Magda Mofatto (de Goiás) e do deputado estadual Ondanir Bortolini (Nininho).