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09/01/2017

Mato Grosso é destaque mundial na adoção de biotecnologia agrícola

Com o total de 12,68 milhões de hectares (ha) de culturas transgênicas plantados, o Mato Grosso se destaca no cenário de cultivo organismos geneticamente modificadas (GM) no Brasil. O estado possui a maior área com OGM do País, seguido por Paraná (7,23 milhões de ha) e Rio Grande do Sul (5,53 milhões de ha). Se fosse um país, o Mato Grosso estaria na quarta posição (entre 28 países) do ranking global de adoção de transgênicos, atrás apenas dos Estados Unidos (70,9 milhões de ha), Brasil (44,2 milhões de ha) e Argentina (24,5 milhões de ha).

No Mato Grosso, a soja geneticamente modificada (GM) ocupa 9,07 milhões de ha, quase o total da área cultivada com a oleaginosa (99,3%). As taxas de adoção de milho e algodão GM, as outras duas culturas com variedades transgênicas disponíveis no Brasil, também são expressivas. Os dados são do último relatório do Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA). Para a diretora-executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), Adriana Brondani, o protagonismo do estado se deve à sua vocação agrícola e ao desenvolvimento de tecnologias adaptadas à região. “Os altos índides de adoção de transgênicos no Mato Grosso revelam o reconhecimento da eficiência dessas sementes por parte dos agricultores e a confiança em sua segurança”, analisa.

A utilização de sementes transgênicas tem trazido benefícios para o Brasil, uma vez que elas facilitam o manejo da lavoura e podem proporcionar ganhos de produtividade, reduzindo a necessidade de expandir terras agricultáveis para a produção de alimentos. Além disso, devido às características adicionais das sementes GM, elas favorecem a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis.