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28/04/2017

Rio Grande do Sul: segunda safra de milho deve render R$ 225 milhões

Levantamento realizado pelo SindiTabaco contabilizou os números da produção de grãos nas áreas produtoras de tabaco e as estimativas de renda para os produtores. Segundo a pesquisa, a safrinha gaúcha teve o plantio de 62.770 hectares de milho e 4.380 hectares de feijão. No Rio Grande do Sul, com uma produtividade média do milho estimada em 6,8 toneladas por hectare, o volume chegará a 426.836 toneladas. Considerando o preço médio de R$ 527,00 por tonelada, o total da safrinha gaúcha de milho pode chegar a R$ 225 milhões. Em relação ao feijão, a produtividade é estimada em 2,3 toneladas por hectare, com safra de 10.075 toneladas. Ao preço médio de R$ 3.970,00 por tonelada, a safra gaúcha de feijão poderá chegar a aproximadamente R$ 40 milhões.

Considerando as regiões produtoras de tabaco no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, foram cultivados 111 mil hectares de milho e 16 mil hectares de feijão, 49 mil hectares de pastagem e 14 mil hectares de soja, com expectativa de rendimento de R$ 415 milhões para o milho e R$ 128 milhões para o feijão. Após a colheita, o produtor de tabaco cultiva também outros grãos, com destaque para a soja que renderá em torno de R$ 57 milhões nos quase 14 mil hectares plantados. Há ainda o cultivo significativo de pastagens para alimentação dos animais. O levantamento apontou que no Rio Grande do Sul, 23 mil hectares são utilizados para pastagens e, nos três estados sul-brasileiros, a soma alcança quase 50 mil hectares.

Região Sul

O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, apresentou os dados levantados. Segundo ele, no Rio Grande do Sul foram cultivados 96.620 hectares, entre milho, feijão, soja e pastagens, com rendimento estimado de R$ 287 milhões. Ele também apontou que, nos três estados do Sul do Brasil, foram 190.360 hectares, e o rendimento para os produtores deve chegar a R$ 600 milhões. “O setor do tabaco sempre apoiou a diversificação, desde que ofereça renda real aos produtores. Pesquisa recente demonstrou que 79% dos produtores fazem algum tipo de rotação de culturas para reduzir a proliferação de pragas, doenças e ervas daninhas e que cerca de 50% garante renda com outros produtos além do tabaco, aumentando significativamente a sua renda”, diz Schünke, avaliando ainda que além do milho, feijão e pastagens, os produtores também têm aderido ao cultivo da soja em áreas onde foi colhido o tabaco.​

Fonte: SF Agro