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Notícias

06/09/2017

Alta em Chicago sustenta preços da soja e acelera negócios

Os preços da soja subiram nas principais regiões de negociação do país, acompanhando a boa valorização dos contratos futuros em Chicago. Boa parte das praças registrou ganho de R$ 1 no valor da saca.

Apesar da queda do dólar, a comercialização ganhou ritmo. O Paraná registrou negócios de cerca de 60 mil toneladas. No Maranhão, 50 mil toneladas trocaram de mãos. No Rio Grande do Sul, 30 mil toneladas foram vendidas. Outras 20 mil toneladas tiveram comercialização em Mato Grosso e 15 mil em Goiás. Em Minas Gerais, mais 10 mil toneladas foram negociadas.

As preocupações com o clima nos Estados Unidos, às vésperas da colheita, e a demanda firme para a soja americana fizeram a Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fechar com preços mais altos. A sessão desta terça-feira, dia 5, foi a terceira sucessiva com ganhos para a soja. Os contratos futuros com vencimento em setembro fecharam com alta de 1,96% e os de novembro, com elevação de 2%.

Milho

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho registrou preços mais altos nesta terça. O mercado foi sustentado pelo indicativo de aquecimento na demanda para o cereal norte-americano.

Os preços sobem seguindo a valorização da soja, provocada pela previsão de clima seco sobre o Meio-Oeste dos Estados Unidos, que deve estressar as lavouras da leguminosa. A boa demanda pela soja norte-americana por parte da China também favorece os ganhos.

Café

Fecharam com preços em baixa as operações com café arábica na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US). Após o feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos nesta segunda, dia 4, o mercado reabriu pressionado pelo sentimento de abastecimento mais tranquilo.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Gil Barabach, o mercado foi na contramão de referenciais positivos do dia, como a valorização do petróleo, do índice CRB e ainda a queda do dólar frente outras divisas. "Mais cedo, o mercado até tentou dar uma puxada, mas encontrou resistência. Do lado fundamental, os últimos dados de exportação global e do Brasil foram fortes, o que passa a ideia de um abastecimento tranquilo no curto prazo", disse Barabach.

As operações com café robusta na Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres encerraram as operações da terça-feira com preços mais baixos. Segundo traders, as cotações caíram no dia acompanhando o movimento baixista de Nova York no arábica.

Fatores técnicos mexeram mais com o mercado no dia, com o retorno às atividades de Nova York centrando as atenções em Londres, que recuou abaixo da importante marca de US$ 2.000 a tonelada.​​​